AH-2 Sabre: o trovão alado

Publicado em: 18/05/2014

Categoria: DESTAQUES

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Por: César A. Ferreira

De Brasília,

O Mi-35M, denominado como AH-2 pela FAB – Força Aérea Brasileira – é uma aeronave ímpar no inventário desta força, constituindo o único vetor de asas rotativas dedicado ao ataque presente nas Armas nacionais. Derivado do Mi-24, sendo deste a última atualização, exibe uma folha de combate extensa ao redor do mundo, e um grande número de operadores. De sucesso inegável, dotado de robustez legendária, tornou-se um verdadeiro sinônimo de helicóptero de ataque pelo mundo todo.

O contrato para aquisição dos helicópteros foi firmado em 2008 e as aeronaves começaram a chegar ao Brasil a partir de abril de 2010, precisamente no dia 17, em lotes de três aeronaves, sendo entregues nove delas até o presente momento, sendo aguardada para breve a entrega do último lote. Os helicópteros foram entregues em voos diretos através da companhia cargueira Volga-Dnepr em aeronaves AN-124, que vem a ser o maior avião cargueiro em operação no mundo, na Base Aérea de Porto Velho, lar do 2º Esquadrão do 8º Grupo de aviação (2º/8º), Esquadrão Poti.

 AH-2 armado. Foto: Esquadrão Poti.

O Esquadrão Poti conta com 29 pilotos habilitados, hoje. Os primeiros pilotos aptos a operar o AH-2 Sabre finalizaram o curso em solo brasileiro nas novas aeronaves do Esquadrão assim que estas chegaram. A partir disso, passaram a lapidar todo o envelope operacional do vetor a ponto de se ter feito lançamentos de armas anti-carro guiadas, uso de FLIR e NVG, em campanhas de tiro realizadas em Cachimbo, bem como na Restinga de Marambaia. Nestes exercícios foi possível notar a precisão dos sistemas de armas da aeronave, responsáveis pela pontaria excepcional do vetor, eficiente em 100% dos lançamentos com mísseis, foguetes e acertos com os disparos efetuados pelos canhões geminados. No exercício Zarabatana IV o Mi-35M exibiu 100% de acertos! O seu último exercício envolveu o uso de NVG (Zarabatana V). Um detalhe curioso observado é o costume por parte dos membros do Esquadrão Poti de utilizar o compartimento de assalto como um espaço para transporte de carga ligeira nos deslocamentos do Esquadrão.

O Mi-35M, em que pese o seu alto grau de acertos devido ao computador balístico, exige da sua tripulação uma pilotagem cuidadosa. Não é algo surpreendente, pois é um helicóptero grande, com enorme reserva de potência (algo que agrada em demasia aos pilotos) e dotado de um cubo de rotor semi-rígido, o que impõe uma dinâmica de voo diferente daquela experimentada nos Esquilos, para citar um exemplo. Tripulado por dois especialistas, piloto (1P, Primeiro Piloto) e POSA (Piloto Operador do Sistemas de Armas), dispostos em tandem em cabines separadas em degrau, com cockpits em formato de bolha, sendo a posição frontal reservada ao POSA, exige o Mi-35M extrema coordenação entre estes, dado o fato de que é o Primeiro Piloto aquele que sinaliza as condições ótimas da aeronave para os disparos ao POSA, que adquire os alvos, os enquadra e efetua os disparos. A pilotagem é possível de ser feita da posição do operador de sistemas de armas, todavia de maneira muito desconfortável devido aos comandos para disparo dos canhões. O ambiente dos pilotos é tomado por uma variedade de botões e disjuntores, além de mostradores digitais, distribuídos por painéis frontais e laterais. Os assentos são ajustáveis e para surpresa de muitos o uso de paraquedas é previsto para os tripulantes.

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 O cockpit do piloto(Foto 1 e 3) contém 2 MFD, o operador do canhão(Foto 2)  possui um MFD acima do controle do canhão: Foto: Rostvertol/MIL.

Para os pilotos do Esquadrão Poti a aeronave representa um salto gigantesco, por óbvio. Antes equipado com helicópteros leves Esquilo, equipados quando muito para reconhecimento armado, agora voam em um poderoso gigante de 12 toneladas (10 toneladas de diferença), com rotor de cabeça semi-rígida. Um dado interessante é que helicópteros com cubos semi-rígidos são tidos como menos manobráveis e de fato é uma tática clássica o uso de “Hinds” em duplas, justamente para compensar a menor agilidade do vetor. Todavia, o antecessor do Mi-35M, o Mi-24, exibe vitórias contra outros helicópteros em combates pelo mundo, notadamente o AH-1J “Sea Cobra” da IRIAF, com dez vitórias alegadas contra seis do vetor fabricado nos EUA. Nesta guerra, o Mi-24 tem ainda um abate alegado contra um caça supersônico, que seria um F-4 Phantom II…

 AH-2 Sabre taxiando. Foto: Agência Força Aérea – Sargento Rezende.

O AH-2 tem se destacado pela operacionalidade e flexibilidade dentro da FAB. Participou do esquema de segurança da Conferência Rio + 20, da Copa das Confederações, da Operação Ágata 7 (guarda de fronteira) e está elencado para atuar durante a Copa do Mundo Fifa. Os pilotos não escondem o entusiasmo com a máquina, todavia, apesar de tanto sucesso surgiram alguns mitos sobre a atuação dos helicópteros russos no Brasil e o serviço de pós venda; não se sabe o motivo do aparecimento dessas lendas, todavia, fazemos bem discuti-las…

Mitos sobre o AH-2 da FAB:

1) Mito: pilotos e mecânicos não conheciam as aeronaves, não sabiam voá-las e/ou mantê-las e por isso elas ficaram inoperantes por muito tempo.
Fato: boato nascido de uma nota jocosa publicada pelo jornalista Claudio Humberto. Pilotos e mecânicos iniciaram as suas instruções ainda em solo russo, seis meses antes da entrega do primeiro lote, enfrentando temperaturas de até 30° Celsius negativos (-30°).

2) Mito: as aeronaves ficaram inoperantes por falta de APU, pois a alimentação das aeronaves se dá em um padrão diferente do adotado pela FAB, equivalente ao da OTAN.
Fato: a aeronave conta com APU orgânico, e todas elas giraram motores assim que foram aprontadas pelos mecânicos e especialistas de suporte da fábrica.

3) Mito: parafusos e porcas são no padrão métrico, que difere das medidas das ferramentas da FAB que são no padrão imperial. Os russos não mandaram ferramentas.
Fato: o padrão métrico é utilizado pela indústria automotiva no Brasil, e o que não falta são ferramentas com ambas as medidas em qualquer loja de autos. As ferramentas foram adquiridas.

4) Mito: a pós-venda não é adequada, a operacionalidade é baixa e o custo de hora de voo é alto.
Fato: o custo de hora de voo está dentro dos parâmetros esperados para uma aeronave da categoria do AH-2 Sabre (Mi-35M) e todos os requerimentos de peças e/ou componentes foram atendidos pelo fabricante. Jamais houve falta de peças, ou de suprimento de qualquer ordem. A operacionalidade do esquadrão é de 6 aeronaves em rampa para três em reserva (0,67%), sendo possível aumentar a disponibilidade para sete aeronave em qualquer situação (0,77%). No caso de uma emergência não seria impossível o apronto das nove aeronaves, ou seja, de se ter todas elas disponíveis (100%).

5) Mito: os mecânicos russos vivem de bebedeira pelas ruas de Porto Velho, não existem tradutores, a comunicação é por mímica e os manuais são em inglês, ou em espanhol.
Fato: não existe reportagem, ou menção alguma de desordens feitas pelos técnicos russos, no trabalho, ou em folga. O comportamento dos especialistas da fábrica não possui reparo algum a ser feito. Tradutores acompanham estes técnicos e manuais em inglês nunca foram um problema para a FAB, que convive com os mesmos desde a sua infância.

 

 Tradutora acompanha os trabalhos do Esquadrão Poti.  Foto: internet.

6) Mito: o serviço de pós-venda entregou mísseis ultrapassados e não os mísseis ATAKA, previstos no contrato.
Fato: as armas entregues foram o 9M120 ATAKA (6 km de alcance), conforme especificado no contrato.

7) Mito: a aeronave é de difícil manutenção. É odiada pelos mecânicos e pilotos.
Fato: a aeronave e adorada pelos pilotos, devido a sua capacidade e robustez, e os mecânicos se assombram com a praticidade e a simplicidade de algumas soluções de engenharia. Por exemplo: para a retirada de um motor, basta pouco mais do que uma chave e uma grua. O serviço é feito em 30 minutos, ou menos. Além do mais, as asas de suporte para armamentos permite trabalho acima das mesmas, ou seja, não existem avisos de “No Step”, por não serem necessários.

 

 Militares trabalham na limpeza de um AH-2 Sabre (Mi-35M). Notar a preseça de um sobre uma das asas – não há aviso de “No Step”.

Foto: Sargento Prado. DETCEA – CG.

8) Mito: a aeronave foi entregue sem os supressores de calor.
Fato: os supressores foram entregues, conforme previsto em contrato, e só não são vistos com frequência por não ser necessário o seu uso com constância em tempos de paz.

 AH-2 Sabre com supressores de calor. Foto: Sargento Rezende – Agência Força Aérea.

 Mitos e fatos advêm de dados coletados pelo autor a partir de fontes especializadas.

 

  motor AH-2

 Turbina Klimov VK-2500. Foto: internet.

Motores

A aeronave é motorizada por duas turbinas Klimov VK-2500, quem vem a ser a versão aperfeiçoada da afamada RV-3117VMA-SB3. Exibindo a conhecida robustez desta família de motores, a série VK-2500 equipa também os helicópteros de ataque Mi-28 e Ka-50/52. A VK-2500 apresenta uma vida útil da ordem de 6.000 horas e as suas inspeções se dão no intervalo de 50, 100, 200, 1000 e 2000 horas. As inspeções até 200 horas deverão ser feitas no Brasil, e aquelas de 1000 horas ou mais dar-se-ão junto ao fabricante.

O vetor exibe uma considerável independência das equipes de solo. Homologado para operações entre temperaturas de +60º e -60º Celsius, conta com uma APU – Auxiliary Power Unity – modelo AI-9V. A APU fornece energia para que os compressores dêem a partida nos motores, além de alimentar os sistemas da aeronave. As baterias do helicóptero são capazes de iniciar a APU, desta maneira o Mi-35 reduz a necessidade de apoio de solo e facilita a dispersão e o deslocamento em regime de combate.

 Sensores e navegação

O Sistema de Armas do Mi-35 consiste da suíte OPS-24, esta formada pelo módulo de sensores GOES-342, como do sistema de navegação digital KNEI-24.

Torreta GOES-342 – Possui designador laser (telêmetro laser com precisão de 5 metros), FLIR (Forward Looking Infra-Red) que opera nas bandas de 8 µm a 12 µm, TV de baixa luminosidade, designador e orientador infravermelho; a torre giratória apresenta uma mobilidade de +/- 230 graus em azimute e -115° e + 25° em elevação.

 torreta flir e canhão Flir

Os demais sistemas agregados ao Mi-35 incluem: mostradores multifunção (4), HUD, IFF, radar altímetro e rádio-goniômetro. Além disso, os painéis são compatíveis com o uso de NVG (Night Vision Goggles) ANVIS-9 (M949), Geofizika ONV-1.

Complementa os sistemas de armas do Mi-35 a antena do sistema de orientação via rádio, para os mísseis Shturm/ATAKA. Por sua vez, no tocante a navegação, o Mi-35 apresenta o computador dedicado Baruch KNEI-24, que opera com sistemas de posicionamento global por satélite GLONASS e GPS, em paralelo com outros meios como INS, em especial o radar Doppler DISS-15D, rádio-altímetro RV-5, rádio-goniômetro de busca e salvamento SAR, RDF (Radio direction finder) ARK-U2, sistema ADF (Automatic Direction Finder), além dos sistemas de transponder IFF (Identification Friend or Foe) e transponder comum.

 


9M120 / ATAKA. Foto: internet.

Armamento

No tocante às armas, o vetor russo conta como arma primária o canhão geminado Gryazev Shipunov Gsh-23L, arma potente e precisa que exibe uma cadência de tiro de 3.400 disparos por minuto (ambos os tubos juntos), cuja velocidade do projétil é de 715m/s. O cofre de munição da referida arma compreende 470 cartuchos e estes podem ser dotados de projéteis de alto explosivo/fragmentação, anti-blindagem, incendiário/anti-blindagem, etc…

Exibindo uma capacidade relativamente pouco comum nos helicópteros de ataque, o Mi-35 possui meios de combate contra aeronaves muito ampliados pelo uso de mísseis ar-ar, que podem ser tanto o míssil leve 9K38 – Igla V (5,2 km de alcance) quanto o míssil dedicado R-73E (código OTAN AA-11 “Archer”), havendo ainda a opção pelo R-60M (AA-8 “Aphid”) estes últimos fabricados pela Vympel.

Outra capacidade pouco vista em helicópteros de ataque é o uso de bombas de queda livre, forma de uso vista em ação no conflito civil sírio. Para esta modalidade de emprego, o bombardeio, o Mi-35 conta com as seguintes armas homologadas: até 8 bombas de queda livre OFAB 50UD de 50 kg (110 lb), 8 OFAB 100 de 100 kg (220 lb), 4 FAB-250M-46 de 250 kg (550 lb) ou duas FAB-500M-46 de 500 kg (1100 lb), 2 bombas incendiarias “Napalm” ZB-500 ou 4 “Napalm” ZB-250 e um dispensador de submunições KMGU-2.

igla I Mi-25 Hind-D with AA-8 missiles bomba cabide

Para a missão de ataque às colunas blindadas inimigas os AH-2 Sabre (Mi-35) da Força Aérea Brasileira são equipados com os mísseis anticarro 9M120 ATAKA, que exibem 6 km de alcance, 42,5 kg de peso, velocidade de 400 m/s, além da capacidade de penetração de 800 mm de blindagem composta, mesmo que esta esteja protegida por ERA (Explosive Reactive Armour). São levados por aeronave até oito mísseis.

 AH-2 Sabre da FAB com míssil ATAKA: Foto – Rustam Bogaudinov

O Mi-35 também pode ser armado com foguetes não guiados de alto poder destrutivo, S-13, S-24B e S-8. A FAB equipou os seus AH-2 com pods de foguetes não guiados de 80mm B-8V-20A, foguetes estes que se revelaram precisos e com cabeça de guerra de extrema eficiência. As ogivas dos foguetes não guiados S-8 são: BM (penetração de concreto), T (alto-explosivo/fragmentação), DF (alto explosivo), OM (iluminação), PM (Chaff – autodefesa), TsM (designação de alvos). Cada pod comporta 20 foguetes e o Mi-35 opera com o máximo de 60 foguetes.

Comunicações

A suíte de comunicações do Mi-35 é simples e composta por um Transceiver VHF Bendix-King KTR-908, um rádio de comunicações com saltos de frequência Röhde & Shwarz MR6000R e um HF Bendix-King KHF-1050.

Blindagem e Proteção

Como uma herança do IL-2 Shturmovik, o Mi-35 possui uma banheira blindada para proteção dos tripulantes; essa proteção, inclusive, se estende para os motores, caixa de transmissão principal e intermediária, sendo homologada contra impactos de munições até 20mm. Os pilotos contam com a blindagem transparente (canopy blindado) dotada de proteção contra projéteis de calibre 0.50 (12,7mm); como proteção ativa o vetor conta com uma suíte de contramedidas eletrônicas composta por um sistema RWR (Radar Warning Receiver) L-006LM, sistema de jammer IR L166V1AE e dispensadores de chaff/flare ASO-2V, este último com capacidade para 192 cartuchos. O compartimento de carga não possui blindagem e o helicóptero conta com a possibilidade de instalação de dois supressores de calor, que adicionam ar frio e direcionam os gases, agora misturados, para o alto, de modo a serem dispersados pelas pás do rotor principal.

Rotor e pás

O rotor principal apresenta mudanças em relação àqueles observados nas versões anteriores do Mi-24. Possui suas pás compostas por uma estrutura em forma de favos de mel, preenchidas por 17 bolsas de ar, que permitem à aeronave manter-se no ar com até três avarias numa mesma pá; estas, por sua vez, possuem suas lâminas compostas por aço e apoiadas em tubos de titânio, revestidas por fibra de vidro e com uma proteção no bordo de ataque de uma tala de titânio que conta com proteção contra formação de gelo.

pá helice rotor traseiro

O rotor de cauda difere daqueles vistos nas versões anteriores do Mi-24, pois na versão Mi-35M adotou-se a mesma disposição havida no Mi-28N Night Hunter. Ou seja, substituiu-se o antigo rotor tripá de cauda, com lâminas separadas em 120°, pela configuração quadripá, disposta em “X”, com defasagem de 36°. Tal alteração aumentou a vida útil da célula e resultou em uma menor emissão de ruído. De fato, o Mi-35 é uma aeronave silenciosa para o seu porte.

Operadores

O Mi-35M é operado no momento pelo Brasil, Venezuela, Rússia e Iraque. Já os operadores das versões anteriores, Mi-24, somam mais de 30 países.

Características:

Dados operacionais

 Dimensões

 

Portal Defesa

17 Responses to AH-2 Sabre: o trovão alado

  1. ROGER BRAGA disse:

    EXCELENTE matéria ….gostei de saber do investimento aéreo tático brasileiro esta sendo bem feito , agora vamos ouvir os mimis mis mis dos contra que gostam de sempre ver o tio o sam querer mandar.

  2. ROGER BRAGA disse:

    Excelente matéria , mostrando ao povo BRASILEIRO que seu território esta bem seguro.

  3. Um adversário e tanto para os helicópteros apaches!!! 👍

  4. Jose Luiz Esposito disse:

    Os ** Mentes Colonizadas ** estão tristes com esta matéria , coitados , e este tipo de gente não é só compostas por Civis não !!

  5. Marcos Paulo disse:

    Muito bom !!!

  6. […] A matéria que segue foi redigida por mim para o Portal Defesa e versa sobre o helicóptero de ataque Mi-35M, versão última do destacado Mi-24, cujas ações recentes nos céus sírios, capturado em imagens feitas muitas vezes pelos próprios insurgentes que por eles são castigados, demonstram mais uma vez o imenso valor de combate deste vetor. Apesar de ser uma máquina de guerra de inegáveis qualidades, e que recebeu em solo brasileiro críticas várias pelo simples fato de ser proveniente de um fornecedor não usual das armas brasileiras: a Rússia. Tais preconceitos, entretanto, foram dirimidos com a operação do mesmo pela FAB, dado que é o vetor que apresenta um dos maiores, se não a maior disponibilidade de rampa, além de ser o único que efetuou um disparo de arma anti-carro guiada com alcance superior a 3,5 km. Devo dizer, também, que os pilotos do esquadrão POTI são unânimes quanto as qualidades guerreiras da máquina. A aquisição do Mi-35 pelo Brasil foi um acerto, disto, creio, não existem mais dúvidas. O link para a matéria presente no Portal Defesa é o que segue:Portal Defesa – AH-2 Sabre: o trovão alado.. […]

  7. José disse:

    Vê-Los em ação contra o EI foi incrível.

  8. Anselmo disse:

    Esse heli possui um defeito gravíssimo.
    Não é made in USA, nem é fabricado no “ocidente”.

    • Jose Luiz Esposito disse:

      PERFEITO , poderíamos ter materiais militares superiores e baratos , mas a ignorancia e preconceito nos atrapalham !!

  9. arthur disse:

    eu pensava que os helicopteros da fab era sucata,MAS EU ESTAVA ENGANADO HEUHEU 😉

  10. Carlos Chagas disse:

    Bela reportagem. Deveriamos aproveitar mais a cooperação com os russos,pois morei em um ex pais aliado da antiga união soviética e sei q muito poderia nos oferecer.

  11. Anônimo disse:

    o mi 35 é excelente, mas não foi comprado do Tio Sam

  12. Pedro Ferrara disse:

    Excelente matéria!

    Faltou citar que o helicóptero é revestido com pintura de baixa assinatura radar.

    A FAB equipou seus MI-35 com HMD e Data Link. Em relação à cabeça do rotor semi-rígida, foi uma grande evolução em relação aos hind mais antigos – o nível de vibração do helicóptero tornou-se um dos mais baixos do mundo!

  13. bene disse:

    matéria excelente , agora haverá a desaprovação da turma dos contra, mas o Heli é massa

  14. Guilherme disse:

    Parabéns, Cesinha, muito bom. Gostei principalmente da parte dos mitos e fatos. Abç

  15. Leonardo disse:

    Uma correção: o Mi-35 leva 8 mísseis EM CADA ASA, não apenas 8 no total. Na prática,são 16 ATGMs e foguetes não guiados de 80mm são ainda mais em cada asa, com precisão – margem de erro – de 1m no alcance de 4.000 sem guiagem e, dotado de kits como o Ugroza, se transformam em verdadeiros mísseis anti-tanque.

  16. Darkman disse:

    Excelente matéria feita pelo Césa Antônio sobre os nossos Mi35M.

    Realmente acabando com o mito sobre os helis em se falando de manutenção e capacidade e pós venda.

    Obs: Fontes confirmam a veracidade desta matéria.

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